Atendimento · Saúde renal

Cuidar dos rins é agir antes do sintoma.

A doença renal costuma avançar em silêncio. Quando dá sintoma, já caminhou. Com acompanhamento certo, dá para proteger a função por muitos anos, e muitas vezes evitar a diálise.

Como nefrologista com mais de 20 anos de estrada, da UTI ao consultório, a Dra. Andrea cuida dos rins nos dois momentos que mais importam: o da prevenção, antes de o problema aparecer, e o do controle, quando a doença já existe e precisa ser desacelerada.

Pressão alta, diabetes, histórico na família e uso frequente de anti-inflamatórios são os principais caminhos para a doença renal. Todos podem ser vigiados e controlados.

A abordagem

Como a Dra. Andrea conduz

Avaliação de verdade da função

Nem sempre a creatinina conta a história toda. Exames como a cistatina C e a análise de urina dão um retrato mais fiel do rim.

Controle das causas

Pressão e diabetes bem controlados são o que mais protege o rim ao longo do tempo.

Revisão de medicações

Ajuste de remédios que sobrecarregam o rim, com atenção a anti-inflamatórios e contrastes.

Acompanhamento de longo prazo

Metas claras e retornos programados para acompanhar a evolução ano a ano.

Dúvidas frequentes

O que os pacientes perguntam

Creatinina alterada quer dizer que perdi o rim?

Não necessariamente. A creatinina sobe por vários motivos, inclusive músculo, treino e desidratação. O que define perda de função é o conjunto, avaliado ao longo do tempo, não um número isolado.

Doença renal tem cura?

Depende da causa. A doença renal crônica em geral não se cura, mas a progressão pode ser desacelerada de forma significativa, adiando ou evitando a diálise. Formas agudas muitas vezes se recuperam.

Tenho pressão alta e diabetes. Preciso de nefrologista?

Vale a avaliação. São as duas maiores causas de doença renal, e o acompanhamento precoce protege o rim antes de qualquer sintoma.

Preciso parar de comer proteína para proteger o rim?

Não é bem assim. A quantidade ideal de proteína é individual e depende da sua função renal e do seu objetivo. Cortar por conta própria pode custar músculo sem proteger o rim.

Dra. Andrea Gaspar Marcos

Nefrologista (RQE 70373) e especialista em Clínica Médica (RQE 97457). Mestre em Nefrologia pela UNIFESP, médica do Hospital Israelita Albert Einstein e professora da pós-graduação em Nutrologia do Einstein. CRM-SP 120.592.

Proteger o rim é mais fácil antes do sintoma.

Agende uma avaliação e cuide da sua função renal com quem vive disso.

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